Podendo também ser conhecido como soda cáustica,
o NaOH (hidróxido de sódio) não existe na natureza, portanto é produzido
industrialmente. Formado pela reação de eletrólise de soluções aquosas de
cloreto de sódio:
CH3
CH2 CH2 - OH + Na Cl → CH3
CH2 CH2 - Cl + Na OH
Altamente corrosivo
muito usado na indústria para fabricação de papel, tecido, detergente,
biodiesel e até alguns alimentos. É utilizado em reações químicas por sua alta
reatividade, por exemplo, é utilizado juntamente com o oxido de cálcio (CaO)
afim de reduzir a reatividade e prevenir a corrosão de tubos de ensaio.
Ao ser ingerida a soda cáustica
pode causar danos graves e permanentes ao sistema gastrointestinal, podendo
resultar em morte, em contado com pelo ou olhos pode causar sérias queimaduras.
Desde a Antiguidade o
homem realiza a reação química para a produção de sabão a partir do uso da soda
cáustica, pois ela reage com óleos e gorduras, convertendo-os em substâncias
solúveis e fluídas, que são removidas pela lavagem.
Na imagem abaixo o
produtor de sabão está com as mãos bem protegidas, em razão do uso da soda cáustica.
Ultimamente temos ouvido muito sobre armas químicas, o
efeito que elas têm e como estão sendo utilizadas em conflitos. Uma arma
silenciosa, que ao contrário do que muitas pessoas pensam, não precisa ser uma bomba
ou um míssil: apenas uma pequena porção de gás que pode matar centenas de
pessoas. É uma arma cujo uso está proibido, segundo a Organização para a
Proibição de Armas Químicas (Organization for the Prohibition of Chemical
Weapons - OPCW), que possui como membros a maioria dos países, exceto por
Angola, Coreia do Norte, Egito, Somália e Síria.
A primeira arma química usada foi o gás de cloro, que queima
e destrói tecidos do pulmão, pelos alemães na Primeira Guerra Mundial. Hoje em
dia, as armas químicas tem um poder muito maior, capazes de matar mais pessoas
com menos compostos químicos. A partir daí, seu uso se tornou mais popular e
mais constante. Alguns casos em que pudemos observar esse uso foram, por
exemplo, o extermínio dos judeus nos campos de concentração, nas famosas
camaras de gás, onde se estima que 2,7 milhões de judeus tenham morrido. Outro
caso muito recente, que ainda está sendo analisado se houve uso ou não de arma
química foi na Síria, onde cerca de 1400 pessoas morreram.
Mesmo este tipo de arma sendo proibida, alguns países
possue-nas e até chegam a usar; esses prováveis países são: Egito, Síria,
Líbia, Israel, Irã, Etiópia, Birmânia, Tailândia, Coréia do Norte, Coréia do
Sul, Vietnã, Formosa, China, África do Sul e Cuba. Tais nações negam qualquer
envolvimento com esse tipo de armamento.
O uso de armas químicas é considerado crime contra a humanidade, e, apesar de não existir uma penalidade definida para quem as utilize, a represália por partes dos países que concordaram em não utilizá-las e condenam seu uso é altíssima, podendo levar a uma intervenção não somente diplomática, mas sim militar.
Esse processo de alianças entre os países
se deu em meio a um contexto histórico na época de muita tensão. As antigas
grandes potencias como, Grã-Bretanha e França, com seus vastos impérios vinham
sofrendo a concorrência de novas forças como Alemanha e Itália, recentemente
constituídos estados unificados, conquistando cada vez mais uma parte
importante do mercado mundial.
Rapidamente essa concorrência gerou
conflitos, forçando os países de interesses comuns se juntarem, formando dois
blocos distintos:
- Tríplice Aliança formada por: Itália, Áustria-Hungria e
Alemanha.
- Tríplice Entente formada por: Rússia, França e Inglaterra.
A criação das alianças juntos com o
contexto politico da época foram fatores determinantes para o inicio da Primeira
Guerra Mundial, em 1914.
A Tríplice
Entente seria formada em 1907, justamente pelos principais rivais daAlemanhanas disputas por mercado e áreas coloniais. Caso ocorresse
um conflito e a Alemanha saísse vitoriosa, poderia se tornar senhora do comércio
internacional, país mais importante politicamente na Europa e ainda conquistar
vários territórios coloniais, expandindo o seu império. Enfim, era o sonho máximo
dos pan-germanistas, os simpatizantes de uma supremacia política e econômica
alemã, apoiada ainda pelo velho Império Austro-Húngaro.
O
conflito chega a um ponto que coloca a Itália a se unir à Entente a partir de
um trato feito com a Inglaterra e do outro lado a Rússia tomada por crises
sociais, agravadas pelos gastos e esforços das batalhas se retira do conflito
mundial. Logo após sua retirada, a Rússia se vê em meio a uma onda revolucionária
que toma conta de todo o país, o que mais tarde levará a criação da União Soviética.
Logo, com a saída da Rússia da guerra e a entrada dos EUA, o conflito toma
novos rumos, deixando a tríplice entente mais fortalecida e assim conseguindo
acabar com o estado de imobilização que a guerra se encontrava. O desfecho da
guerra se deu, em 1918 quando o Império Austro-húngaro e a Alemanha estavam
completamente derrotados. No dia 11 de novembro a Alemanha assinava seu acordo
de paz, aceitando as condições de rendição estabelecida pelos países
vitoriosos.
Após
a revolução russa, o mundo rapidamente se dividiu em duas partes: os comunistas
e os capitalistas. Divergências e desacordos à parte, estes sempre viveram em
"harmonia", até o período da guerra fria. Mas não é aí onde queremos
chegar...
Durante
a 1a guerra mundial, essa separação ficou clara pelo sentimento
nacionalista dos países com tendências socialistas que, junto à Rússia, viriam
a formar a União Soviética. Um por todos, mas estariam todos por um?
A
grande questão é: afinal, quais são essas diferenças que geram tanta rivalidade
e briga de bar?
O
básico é simples de se entender: o capitalismo defende o que é meu, e o
comunismo quer dividir o que é meu com todo mundo. Fale isso para uma criança
que acabou de ganhar uma bicicleta de Natal e já vai ouvir um "comunistas
le-lés!".
O
comunismo na verdade é um estado mundial onde não existe governo, países, ou
qualquer tipo de instituição privada. É parecido com como vivem algumas aldeias
indígenas: o que é meu é de todos, e o que é de todos também é meu. Nesse
pensamento, não há espaço para vandalismo, nem assaltos, nem corrupções monetárias.
Para
chegar a esse estado de comunismo, que nunca existiu na prática durante toda a
História, existem vários meios. Os mais conhecidos são o anarquismo e o
socialismo.
Cada
um desses "caminhos" se divide em várias outras linhagens de
pensamento, mas basicamente, o socialismo defende que só chegaremos ao
comunismo pela imposição de um governo firme, para moldar o pensamento das
pessoas, enquanto o anarquismo defende que qualquer forma de política deve ser
derrubada o mais rápido possível.
Mas
e o capitalismo? Bom, esse é o mais fácil de entender. O capitalismo está
presente em nossos pensamentos e ações diárias desde que somos crianças. O
capitalismo está em cada propaganda de televisão, em cada desenho infantil, em
cada maço de cigarro, em cada convênio de saúde. Ele é aquele sistema que diz
que cada um deve cuidar do que é seu, ter a sua propriedade e arcar com suas próprias
responsabilidades. Um pensamento cruel? Às vezes sim, às vezes não.
O
capitalismo tem como base as teorias do liberalismo, as quais também se
divergem em várias subcategorias. O liberalismo selvagem, o original mesmo, diz
que o comércio deve ser totalmente livre, as instituições devem ser totalmente
privadas e ai de quem discordar disso!
Felizmente,
desde a crise americana de 1929, esse modelo frio e calculista está
ultrapassado. Apesar de continuar frio, o modelo capitalista dominante no mundo
atualmente é algo um pouco humano, que não despreza totalmente serviços públicos
e ainda tem um pingo de consciência comunitária. Em tese.
Sem
defesas pessoais sobre o que é melhor ou pior: a informação sobre as teorias de
esquerda e direita são indispensáveis para que um cidadão saiba fazer escolhas
melhores, sempre considerando os interesses que vêm por trás disso. Existem críticas
e corrupções em ambos os lados, prós e contras, altos e baixos. O que não se
pode deixar de lado é a imparcialidade.
Não,
o capitalismo não é o mal da humanidade.
Não,
os comunistas não comem criancinhas no café da manhã.
Quem
sabe, se com mais informação e mentes mais abertas e pensantes, quantas guerras
e mortes teriam sido evitadas!
Ao fim da Segunda
Guerra Mundial, vários países estavam completamente quebrados economicamente e
suas cidades destruídas. As antigas potencias europeias pareciam ter a
oportunidade de se reerguer por meio de uma economia mundialmente liderada
pelos EUA, ou adotar as premissas do socialismo soviético. A
partir desse contexto o secretário de Estado George Marshall, criou um plano de
investimento financeiro para a reconstrução dos países capitalistas. Esse
investimento foi feito principalmente a partir de empréstimos. O plano pode ser
entendido também como uma forma de fortalecer o capitalismo e a hegemonia dos
Estados Unidos. Uma
quantia de 17 bilhões de dólares seria liberada para que os países europeus
reerguessem a sua economia.
George Marshall – ex-secretário de Estado
dos EUA
Principais Objetivos:
- Reorganizar e recuperar a economia dos países
capitalistas atingidos pela Segunda Guerra Mundial, aproximando suas relações
com os Estados Unidos, principalmente pelas relações comerciais.
- Se posicionar contra os avanços do
socialismo, presente na época principalmente no leste europeu.
- Reconstrução material dos países
capitalistas atingidos pela Segunda Guerra.
Como resultados do plano, grande parte dos
países capitalistas conseguiu sua recuperação econômica entre os anos de 1950 e 1960. Além
disso, como Marshall já havia previsto, a relação dos Estados Unidos com esses
países se tornou cada vez mais próxima e as exportações norte americanas para a
Europa Ocidental aumentou, além de expandir a influencia politica dos EUA sobre
a região. Junto dos resultados, o fortalecimento do capitalismo fica evidente
no mundo o que torna cada vez mais fácil fazer frente ao socialismo.
O maior desastre econômico no mundo foi o crash da bolsa em 1929, que resultou na Grande Depressão. A produção industrial caiu pela metade e sucedeu que um em cada quatro homens estavam desempregados. Metade de empresas e bancos faliram. Desse modo milhares de pessoas rodavam o pais em busca de trabalho, outros mendigavam ou até roubavam para sobreviver. Com a falta de oportunidades e pouco dinheiro floresce uma "forma de entretenimento": as maratonas de dança.
As chamadas Walkathons, eram na verdade competições de resistência em que casais dançavam quase sem parar durante centenas de horas em busca do prêmio em dinheiro. No inicio (logo nos anos 20) nao passavam de entretenimento inocente, mas com a crise passou a ser um negocio rentável. Milhares de pessoas pagavam para ver casais chegar ao extremo (muitas vezes desmaiando, sofrendo com dores, etc.).
Na época o prêmio chegava a ser uma pequena fortuna e tambem a realização de um sonho para muito dos participantes, porem a maioria participava para ter acesso a comida, cuidados médicos já que existia médicos de plantão para atenter aos participantecaso houvesse necessidade, e um teto que lhes protegia das chuvas e do frio já que muitos não tinham mais as suas casas.
As maratonas eram intermináveis, muitas vezes duravam semanas ou meses. Durante todo o concurso existia um "mestre de cerimonia" que propunha alguns desafios extras aos competidores, quando estavam a beira da exaustão completa ele mandava-os correr ao longo de faixas pintadas no chão. se nao bastasse, os organizadores tambem contratavam falsos casais para arranjar briga com outros concorrentes, algo que era bastante esperado pelos nova-iorquinos que aguardavam ansiosamente por brigas ensandecidas entre mulheres. As vezes o público escolhia musicas para os casais cantassem sem parar de dançar, aumentando o desafio.
Muitas vezes os dançarinos tinham alucinações o que deixava o publico extasiado, pois para eles parecia engraçado. Além disso houve casos de pessoas que entraram em coma ou até morreram após ou durante as maratonas.
O maior recorde aconteceu na "Million Dollar Steel Pier Marathon", que foi realizada em Atlantic City, de junho a novembro de 1932, tendo um total de 173 dias, 4152 horas e 30 minutos. E acredite se quiser... Com o prêmio de apenas mil dólares!
O carro é todo de
madeira, coberto com placas de aço. Era alto o suficiente para conseguir andar
nas estradas precárias da época.
Até 1914, o Ford
T era fabricado na cor que o consumidor queria. A partir de 1915, para cortar
custos, o carro passou a ser produzido apenas na cor preta, tal situação foi válida
até 1926. Por este fato a frase de Henry Ford se tornou conhecida: "O
carro é disponível em qualquer cor, contanto que seja preto." Isso só
aconteceu pois Ford tinha o objetivo de deixar o carro mais acessível, com
qualquer pessoa podendo comprá-lo, o seu preço era baixo e a quantidade de
parcelas possíveis grande, o que aumentou cada vez mais a demanda.
A velocidade máximo
que o motor do Ford T consegue atingir é 75 km/h. Para abastecer o carro, era
necessário retirar o assento do passageiro da frente, pois é lá que fica o
tanque de combustível.
O acelerador
ainda não era um pedal, mas sim uma alavanca junto com o volante, formando par
com outra. As duas alavancas posicionadas de lados opostos, formavam a figura
parecida com a de um bigode, o que levou o Ford T ser chamado, no Brasil, de
Ford de Bigode. Quando o nome começou a ficar popular, os modelos fabricados no
Brasil passaram a ter a figura de um bigode junto com o logotipo da Ford.
História
Em 1908, a Ford
lança no mercado dos Estados Unidos, o seu Modelo T, um veículo confiável,
robusto, seguro, simples de dirigir e principalmente barato.Qualquer um era
capaz de dirigi-lo ou consertá-lo, sem precisar de motorista ou mecânico.
A fabricação
desse modelo ganharia notável incremento a partir de 1913, quando Henry Ford,
inspirado nos processos produtivos dos revólveres Colt e das máquinas de
costura Singer, implanta a linha de montagem e a produção em série,
revolucionando a indústria automobilística. O T era o primeiro carro projetado
para a manufatura,
Pode-se afirmar
com segurança que a indústria automobilística começou a partir deste momento,
pois, até então, fabricado artesanalmente, o automóvel ainda era visto com
desconfiança pelos americanos. Não passava de um brinquedo barulhento, perigoso
e caro.
Com estas inovações,
em vez de um operário ficar responsável pela produção de todas as etapas de um
carro, várias pessoas ficavam responsáveis pela produção de etapas distintas de
vários carros. Henry Ford criou um engenhoso sistema de esteira, que
movimentava o carro em produção em frente aos operários, para que cada um
executasse a sua etapa. Isto aumentou em muito a produtividade, pois um carro
ficava pronto a cada minuto.
Em conseqüência,
o custo de cada unidade caiu em relação aos concorrentes existentes no mercado.
E a queda de preço foi constante: em 1908, ano de seu lançamento, a unidade
custava US$ 850;; em 1927, último ano de sua fabricação, o preço havia
despencado para US$ 290.
Por estas razões,
o T conquistou o público americano e de outros países. Em 1914 é iniciada sua
fabricação na Argentina. Em 1917, é lançado o caminhão Modelo TT. Em 1919, a
Ford se torna o primeiro fabricante de automóveis no Brasil, com a produção do
carro e do caminhão dessa linha. Em 1920, mais da metade dos veículos que
circulavam ao redor do mundo eram modelos T e podiam ser vistos até em países
distantes como Turquia e Etiópia.
A produção do
Modelo T foi mantida até 1927. Alguns meses depois de realizar uma cerimônia
para apresentação do carro nº15 milhões, Henry Ford concluiu que era hora de o
Modelo T ceder o lugar a uma nova geração de produtos. O recorde de quase vinte
anos de produção e mais de quinze milhões de unidades produzidas, só foi
superado em 1972 pelo Fusca.
Alguns dados
interessantes sobre o Modelo T:
1 - Pode ser
considerado o primeiro carro “universal”, até o ano de 1957 mesmo não sendo
mais produzido, ainda representava 57% da produção mundial de automóveis. Foi
montado em vários países e tinha revenda em todos os continentes.
2 - Foi o carro
que tornou padrão o uso de direção do lado esquerdo em grande parte do mundo.
3 - A velha estória
de que o Modelo T poderia “ser encomendado de qualquer cor, desde que fosse
preto”, não é totalmente verdade. Na verdade a cor tinha que ser escura, por
secar mais rápido. Das mais de 15 milhões de unidades produzidas, 12 milhões
foram pretas, e as outras eram em verde, vermelho e azuleram tão escuras que dificilmente
distinguiam-se dos pretos.
4 - A primeira
picape produzida derivada de um modelo de sériederivada do Modelo T, a T Runabout , em 1925. Havia também
um modelo TT com capacidade de carga de 1 tonelada.
5 - O seu motor
foi inovador: o primeiro quatro cilindros de bloco simples com cabeçote removível,
tinha 2,9 litros e 20cvs de potência, a velocidade máxima do carro era de cerca
de 70km/h e seu consumo variava entre 5 e 9 km/l.
6 - Durante os 19
anos em que esteve em produção, o carro só foi superado em unidades produzidas
peloVW Fusca em 1972.(cerca de 21
milhões)
7 - Em 1999, 126
jornalistas de 32 países, escolheram o Modelo T como carro mais influente do século
XX.
Foi revelado ao mundo há alguns meses atrás que os Estados
Unidos espionavam alguns países. Mas agora foi mostrado que o Brasil, em
especial, está sendo observado. A presidente Dilma, seus assessores e até cidadãos
brasileiros comuns estão no alvo nos EUA. Essas informações foram dadas pelo
ex-técnico da CIA, Edward Snowden, para o jornalista Glenn Greenwald, que divulgou
pelo site “Globo” e pelo “Fantástico” os documentos que afirmam a ação da NSA
(Agência Nacional de Segurança norte americana).
Esses documentos indicam que e-mails, mensagens de celular,
telefonemas, sites visitados e até o IP de computadores da presidente e seus assessores
estão sendo monitorados. A privacidade de brasileiros também teria sido invadida.
Embaixadas americanas em Brasília e no Rio de Janeiro teriam espiões com
tecnologia para “ficar de olho” no que acontece no Brasil.
Dilma pediu explicações e cancelou a reunião que teria com o
presidente Obama no mês seguinte em resposta. Nada foi justificado até agora,
como se os Estados Unidos não se importassem com o fato de invadir a
privacidade do Brasil.
A pergunta principal é: o que os Estados Unidos querem
descobrir com essas espionagens? A teoria mais provável é que eles querem obter
vantagens sobre os países. Como o Brasil tem se tornado uma grande potência
causando certa disputa EUA x Brasil, levou-os a querer estar “um passo a frente”.
Para manter-se como maior potencia mundial.
Notícia bombástica: menino de apenas 13 anos mata pai e mãe, ambos policiais treinados, dirige o carro da família tranquilamente até a escola, volta para casa após as aulas e só então comete suicídio.
Reação popular: "mas que notícia ridícula".
Matéria seguinte lançada na mídia: menino assassino jogava o jogo Assassin's Creed. Teria sido esse o motivo de sua violência?
Reação dos pais e mães brasileiros: "Meu Deus! Esses videogames estão estragando os jovens do mundo! Isso é uma praga!"
Reação dos outros 8 milhões de jogadores de Assassin's Creed pelo mundo: "mas que notícia ridícula."
Resposta da mídia: tirar a matéria do horário nobre.
A mania de pessoas mais velhas de culparem a juventude pelos males do mundo não é de hoje. A insistência de jogar a culpa de algo em nosso dia-a-dia sobre outra pessoa, instituição ou até mesmo um jogo virtual é algo presente na humanidade.
O caso do episódio acima é simples: uma manipulação do povo brasileiro, uma tentativa falha de explicar uma história cheia de falhas e possivelmente cercada de outros interesses políticos e o desespero para imediatamente "tirar o seu da reta".
Em pleno ano de 2013, o brasileiro já não deveria mais se submeter a ser enganado como tem sido. Deveríamos já ter aprendido a suspeitar de nosso governo eternamente corrupto, de nossa mídia eternamente interesseira. Infelizmente, as críticas aos jogos virtuais viraram foco de atenção após essa estratégia da mídia.
As pessoas querem respostas rápidas. Querem achar e punir culpados, sem pensar duas vezes sobre certo ou errado. O que é mais fácil: culpar um jogo de computador pelo assassinado de dois policiais, ou admitir a si mesmo que cada "boa noite" do Jornal Nacional é uma mentira?
Hoje, em nosso cotidiano, a pilha mais popular é a
pilha alcalina, que é um tipo de fonte portátil de energia, a mesma é apropriada para
equipamentos que requerem descargas de energia rápidas e fortes, como
brinquedos, câmeras fotográficas digitais, MP3 players, etc.
Essas pilhas recebem esse nome por serem feitas a
partir de bases, as mesma tem d.d.p. com o valor de + 1,5 V e não são
recarregáveis
Sua composição é basicamente composta por um ânodo de
zinco imerso em uma solução alcalina de hidróxido de potássio ou de hidróxido
de sódio, além de um cátodo de dióxido de manganês coberto por uma capa de aço
niquelado e também de um separador feito de papel e de um isolante de nylon.
Nesse caso, a reação global e as
semirreações que garantem o funcionamento dessa pilha são:
As pilhas alcalinas podem durar mais 5
à 8 vezes a mais do que a pilha ácida. Isso se deve a pincipalmente três
consequências do uso do hidróxido de potássio:
O uso da pilha alcalina ainda se torna mais
seguro por outro motivo: o eletrólito alcalino impede que ocorram reações
quando a pilha não está em uso, ao contrario da pilha ácida, que além de tudo
em sua composição há metais pesados e tóxicos que podem fazer muito mal à
saúde.
A pilha alcalina é capaz de fornecer correntes mais elevadas,
tem ótimo desempenho em baixas temperaturas, bom rendimento em equipamentos de
alto consumo e excelente proteção contra vazamentos. Ela não sofre reações
paralelas durante o período de armazenamento, podendo ser guardada por até
quatro anos, mantendo cerca de 80% de sua capacidade original.
Isso tudo só aconteceu por causa de um
cientista chamado Samuel Rubens, que na década de 40 inventou a pilha alcalina
pela empresa Mallaroy (atual Duracel). Até 1989, a típica pilha alcalina
continha mais de 1% de mercúrio. O mercúrio (juntamente com o chumbo, cobre,
zinco, lítio, cádmio, níquel e manganês) é considerado um metal perigoso à
saúde humana e ao meio ambiente. Em altos teores, o mercúrio pode prejudicar o
cérebro, o fígado, o desenvolvimento de fetos, e causar vários distúrbios
neuropsiquiátricos. Mas em 1990, pelo menos três grandes fabricantes de pilhas
domésticas começaram a fabricar e vender pilhas com percentagens de mercúrio
inferiores a 0,025%.
Os fabricantes já desenvolveram
pesquisas e tecnologias para controlar e reduzir o número de poluentes nas
pilhas alcalinas. E como não oferecem risco à saúde e nem ao meio ambiente,
depois de esgotadas elas podem ser dispostas junto com os resíduos
domiciliares. Portanto, essas pilhas não precisam ser recolhidas e nem
depositadas em aterros especiais.
Semana
passada líderes do G-20 se reuniram na Rússia para mais um de seus encontros. Antes
de tudo é valido relembrar o que é o famoso G-20: um grupo que foi criado em 1999,
após as sucessivas crises financeiras da década de 1990. Visa favorecer a
negociação internacional, integrando o princípio de um diálogo ampliado, alem
de outros interesses. A respeito desse o Banco Central do Brasil diz: “G-20 é um fórum informal que promove debate aberto e
construtivo entre países industrializados e emergentes sobre assuntos-chave
relacionados à estabilidade econômica global. O G-20 apoia o crescimento e o
desenvolvimento mundial por meio do fortalecimento da arquitetura financeira
internacional e via oportunidades de diálogo sobre políticas nacionais,
cooperação internacional e instituições econômico-financeiras internacionais.”
Em um
encontro de cúpula da ultima semana trouxe a tona um assunto bastante comentado
atualmente: A Síria. O que acabou gerando divisões entre alguns países. Como temos
observado A República Árabe Síria enfrenta, desde março de 2011, uma guerra
civil que já deixou pelo menos 110 mil mortos, destruiu a infraestrutura do
país e gerou uma crise humanitária regional, conforme informações do portal de
notícias G1.
Durante as discussões
na cúpula, os países que manifestaram comprometimento com uma ação militar na
Síria foram apenas os Estados Unidos e a França. Já a China e a Rússia dizem
que qualquer ação sem o aval da ONU seria ilegal. Um porta-voz da Presidência
russa afirmou que o G20 está dividido "ao meio", com alguns países buscando
uma ação apressada, enquanto outros preferem tramitar pelo Conselho de
Segurança da ONU.
Essa decisão
dos Estados Unidos vem baseada na acusação contra as forças do presidente
sírio, Bashar al-Assad, por ter matado 1.429 pessoas em um ataque com gás no
dia 21 de agosto nos subúrbios de Damasco. Porem o Presidente culpa os
rebeldes.
Para
apimentar um pouco as divisões o uso das redes sociais foi bastante significativo.
Rússia e Estados Unidos iniciaram um duelo verbal sobre a Síria no Twitter, no qual deixaram
claro que suas posturas sobre uma possível ação militar contra o país árabe
continuam sendo opostas.
“Este é
exatamente o argumento que utilizou o governo Bush para explicar sua agressão
contra o Iraque. O resultado já o conhecemos", disse Alexei Pushkov,
chefe do Comitê das Relações Exteriores da Câmara dos Deputados da
Rússia, em sua conta no Twitter.
Sem demora o embaixador dos EUA retrucou: "Falsa analogia. Ao contrário de 2003, ninguém
dúvida que o regime (de Bashar al-Assad) tem armas (químicas) e que as usou.
Nós não invadiremos"
Ainda
insistindo no caso o deputado russo comentou: "Correta analogia: Bush
estava buscando um pretexto para invadir o Iraque, Obama procura um pretexto
para derrubar Assad".
"As
falsas analogias são muito perigosas. Isso não é verdade. Obama não procura
derrubar Assad. Tenta defender as normas internacionais sobre o não uso de
armas químicas. A mudança de regime não é o objetivo. Escute Obama",
replicou McFaul. E as discussões não pararam por ai, Pushkov continuou dizendo
que os Estados Unidos agem como se todos apoiassem o ataque.
Fora dessa
discussão os Estados Unidos afirmaram que não vão esperar relatórios da ONU
para tomar uma atitude e que não voltaria atrás no que disseram anteriormente
em que fosse necessário chegar a uma terceira guerra mundial. A China
advertiu que uma intervenção militar na Síria vai prejudicar a economia mundial
e elevar o preço do petróleo, reforçando a tentativa do presidente russo, Vladimir
Putin, de convencer o presidente dos EUA, Barack Obama, a desistir de realizar
ataques aéreos. Como a Rússia, um dos principais fornecedores de armas à Síria,
a China tem poder de veto no Conselho de Segurança da ONU. Assim, Obama não
deve obter a aprovação do Conselho de Segurança para uma ação militar na Síria,
mas está buscando a aprovação do Congresso dos EUA.