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21/10/2013

Os "especiais" - Sonhos, grilos e paixões

          Nosso trabalho consiste em falar sobre um tema muito amplo, que são crianças com problemas neurológicos, dentro da sociedade, abordar temas de preconceito, inclusão social, rotina de uma criança portadora de alguma doença relacionada e assim tentar focar mais... 
          Olhos amendoados, uma linha única na palma de uma ou das duas mãos, dedos curtinhos. Essas são algumas características das pessoas com a Síndrome de Down. Só amar não basta. É preciso vencer outra barreira, uma que foge ao controle dos pais: o preconceito da sociedade que, infelizmente, ainda é grande.
          Vamos visitar a equoterapia e de lá retiraremos algumas informações e ver uma realidade diferente, depois analisar uma realidade mais humilde falando com uma medica neurologista que trabalha com esse tipo de criança em hospitais públicos, visitar também a casa da esperança e retirar alguns documentos, e finalizar tentando com alguma família que se proponha a nos ajudar no trabalho podendo assim ter um conhecimento maior para analisar.
          Gostaríamos também em tentar enfatizar crianças com síndrome de Down que é hoje em dia um problema muito grande que gera muitas dificuldades com pais e responsáveis, com a própria criança na sociedade.


Por: Carol Rua, Marcella Leite, Maria Júlia, Talia Cócca e Manuella Tavares

Pressão exercida pelos pais em jovens atletas

Sonhos Grilos e Paixões


O tema escolhido por nos e com a ajuda do professor Zé Augusto trata da pressão que muitos jovens atletas sofrem por seus pais e técnicos, que esperam sempre ótimos resultados, quem nem sempre são atingidos. A escolha do tema esta relacionado a dois dos integrantes do grupo, que estão diariamente convivendo com situações como essas. Durante o bimestre, entrevistaremos técnicos e atletas, para saber um pouco mais sobre esse delicado tema.


Fernando Tetsui N° 12

Gabriel Monteiro N°

Nicolas Muniz N° 29

Blake Roberts N 05

Leonardo Manhani N 20

Violência Sexual Contra a Mulher


             Vivemos em um mundo marcado por resquícios históricos da desvalorização e descriminação da mulher, reforçado pela ideologia machista. Tal pensamento valoriza uma estrutura com benefícios aos homens, considerando-os superiores às mulheres. Logo, após o início da Idade Média, durante a qual as mulheres eram vistas como seres especialmente capazes de realizar certos encantamentos e receber favor das divindades, com a propagação da fé cristã passaram a uma condição de subordinação, sendo proibidas de terem acesso ao conhecimento e devendo, somente, ficar em casa para cuidar dos filhos e atender ao marido, já que, segundo a Bíblia, “Deus criou o homem e depois, vendo que sua criação necessitava de uma companheira, criou a mulher”. Essa mentalidade fez com que os homens se sentissem no direito a maltratar as mulheres, quando estas deixassem de fazer suas vontades. Desse modo, inicia-se a “violência contra a mulher”, que pode ser tanto física, quanto sexual, psicológica e econômica. Assustadoramente, dados da ONU revelam que 70% das mulheres já sofreram algum tipo de violência no decorrer de sua vida.

Segundo informações do Banco Mundial, “as mulheres de 15 a 44 anos correm mais risco de sofrer estupro e violência doméstica do que de câncer, acidentes de carro, guerra e malária”. Além disso, estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) realizados em onze países revelam que “a porcentagem de mulheres submetidas à violência sexual por um parceiro íntimo varia de 6% no Japão a 59% na Etiópia” e a ONU ainda afirma que “em todo o mundo, uma em cada cinco mulheres se tornará uma vítima de estupro ou tentativa de estupro no decorrer da vida.”. Tais estatísticas demonstram a importância do problema na sociedade e como ele a aflige.

No século XX, as mulheres passaram a ter acesso às informações, melhorando suas posições dentro da sociedade com os movimentos feministas, que lutavam por igualdade entre homens e mulheres, conquistando, até mesmo, no Brasil, a aprovação da Lei Maria da Penha em 2006. Essa lei visa aumentar o rigor das punições contra aqueles que cometerem violência à mulher em âmbito doméstico ou familiar. Apesar das mudanças ocorridas, até hoje a mentalidade de que o homem possui direitos sobre a mulher continua, fazendo muitas vítimas de assédio assexual. Atualmente, músicas, como o funk brasileiro, colocam a mulher numa situação de “objeto”, criando um desrespeito por parte dos homens os quais ainda alegam que, por a mulher estar usando uma determinada roupa, estão provocando e pedindo para que ele a assedie. Onde está a liberdade e o respeito nesse mundo? Queremos viver assim?



Bibliografia: http://www.onu.org.br/unase/sobre/situacao/
Amanda Rodrigues – nº 02
Julia Manzo – nº 17
Rafael Negreiros – nº 32
Vitória Pereira – nº 36

A escola ao passar do tempo - Sonhos, grilos e paixões

Como objetivo desse trabalho nós vamos mostrar por meio de memórias de alunos e professores como era a escola antigamente e como ela é hoje em dia. Todos sabemos que houve uma grande "transição" até chegar na escola que temos hoje, mas qual foi essa transição? Para responder a essa pergunta, vamos explorar os seguintes tópicos:
- Qual o papel da escola antigamente e atualmente?
- A escola prepara pra vida?
- Como era e como é hoje em dia a relação aluno-professor?
- Qualidade do ensino (público X particular)
Faremos isso por meio de entrevistas a professores e alunos(e ex-alunos) de escolas públicas e particulares para mostrar as mudanças na escola com o passar dos anos.

Grupo:
Isabella Mendes...........................nº18
Marcela Borges............................nº23
Natasha Gonzales.........................nº28
Priscila Palau................................nº31
Camila Graf..................................nº38

“Testes e maus tratos em animais’’ - Sonhos, grilos e paixões


                    Escolhemos o tema “testes e maus tratos em animais’’,  pois é algo que nos revolta e que nem todo mundo tem conhecimento sobre. Tentaremos transmitir a realidade dos canis e o que acontece por trás dessas empresas de cosméticos que fazem testes em animais, além dos diversos maus tratos sofridos. Ativistas, veterinários e pessoas que tiraram cachorros das ruas serão alguns exemplos de entrevistados pelo grupo. Procuraremos mostrar a realidade pois muitas crueldades com animais acontecem e não são divulgadas. Na sociedade que temos muitas pessoas tratam animais como seres inferiores e abusam deles, cometendo injustiças, gostaríamos de mostrar no nosso trabalho a nossa visão de uma sociedade mais acolhedora quanto aos animais e mostrar também a nossa indignação quanto a falta de legislação à proteção aos animais.
Beatriz Nowill n 03
Daniela Sá n 07
Giovanna Galeotti n 16
Helena Amaral n 17
Marcela Santo n 22

Inclusão Social e Especial - Sonhos, Grilos e Paixões

Em uma sociedade com ações de exclusão cada vez mais frequentes com pessoas especiais ou com condições financeiras menos favoráveis, é primordial algumas atitudes para mudar isso. Crianças deficientes e carentes não podem ser tratadas com inferioridade nem diferença, a sociedade as exclui mesmo não intencionalmente e isso acaba prejudicando o futuro delas. Pessoas com boas intenções fazem a diferença, e em nosso documentário iremos entrevistar uma delas. O mestre de capoeira Cícero Tatu resolveu ajudar disponibilizando aulas de capoeira tanto para crianças deficientes, quanto para aquelas que não tem condições de pagar. "Os alunos aprendem igual, mas de formas diferentes. Cada um tem um tipo físico e disposição, com ou sem deficiência" diz Cícero.
No trabalho "Sonhos, Grilos e Paixões" mostraremos como a sociedade exclui os jovens especias, e também como atitudes de pessoas bem intencionadas podem melhorar a vida desses jovens.

Grupo : Davi Uvara, Fernanda Suaiden, Gabriel Tomita, Patrícia Vales e Tales Alonso

29/09/2013

Conflito na Síria

           Dentro do contexto da Primavera Árabe, desde 2010 a Síria está imersa em uma Guerra Civil em oposição ao presidente Bashar al-Assad, cujo governo tende para o autoritarismo. Porém, muito mais do que uma revolta contra a opressão política, o conflito sírio é, principalmente, um conflito étnico e cultural, pois o representante do país é um xiita alauíta, que toma decisões visando beneficiar essa facção religiosa, enquanto os grupos armados revoltosos são, majoritariamente, sunitas, e, portanto, sentem-se marginalizados diante disso.
 
         A comunidade internacional tem tido uma posição ambígua e cautelosa em relação ao conflito. Incialmente, norte-americanos e europeus pressionavam para que fosse tomada uma decisão semelhante a da Líbia, onde foi aprovada e apoiada a ação dos grupos armados para derrubar o regime ditatorial. Porém, alguns fatos recentes vêm gerando uma certa incerteza em relação a qual lado apoiar, temendo que os opositores possam acirrar ainda mais o regime, caso tomem o poder.
 
         Exemplo desses fatos tem-se o ataque químico realizado nos subúrbios de Damasco, na Síria em agosto, deixando milhares de mortos. Ainda não se sabe a autoria do ataque: a oposição acusa o regime de Bashar al-Assad, que nega e acusa os rebeldes. Diante disso, Barak Obama passou a defender uma intervenção militar no país e o comitê executivo da Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq)  aprovou o plano sírio para entrega de armas. Logo após essa decisão, a ONU tomou a primeira resolução sobre a Síria desde o início da guerra civil, a qual exige a erradicação das armas químicas do país, mas não ameaça o presidente sírio ,com uma ação militar automática, caso seu governo não cumpra a determinação.
 
 

Maior idade penal

           A redução da maioridade penal é um tema polêmico que, principalmente no Brasil, será tema de muitos debates ainda. Após inúmeros crimes praticados - e não julgados - por menores de idade essa discussão entrou em pauta dos principais meios de comunicação, em especial após o assassinato, no início do ano, do jovem Victor Hugo Deppman de 19 anos, ao ser assaltado por um menor de idade enquanto entregava o celular 
          É inquestionável o fato da lei atual proteger o menor infrator ao invés de julga-lo por seu crime; e o abuso dessa proteção, pelo lado dos criminosos, é inevitável, uma vez que os menores de idade são utilizados para assumir autoria de assassinatos e outros crimes por não serem presos.
          Jovens de 16 anos tem o poder do voto e podem, em companhia dos pais, doar sangue, então por que não serem julgados rigidamente assim como todos os criminosos deveriam ser? Essa liberdade distorcida que as falhas da lei proporcionam, acaba por prejudicar os demais cidadãos que se restringem seus atos e diversões em função do medo causado pela falta de justiça e segurança.
         Um jovem de 16 anos possui uma formação de caráter capaz de distinguir o certo do errado perante à lei e à sociedade. Portanto uma pessoa que já pode e exerce tantas responsabilidades, citadas anteriormente, devem ser julgadas quanto ao âmbito penal.

25/09/2013

Antes tarde do que nunca


Até certo ponto, o crescimento da rivalidade anglo-germânica a partir da década de 1880 deveu-se ao aumento das pretensões hegemônicas da Alemanha. Se os britânicos já tinham motivos para se preocupar com a unificação dos Estados alemães, uma Alemanha unificada com ambições expansionistas agravava a questão ainda mais, sobretudo porque, no campo econômico, ela já começava a superar a grande potência marítima. Mas se uma guerra generalizada parecia inevitável após a Unificação Alemã, ela fora evitada graças em grande parte ao eficaz estadista prussiano Otto Von Bismarck. O Chanceler habilidosamente perseguiu uma política exterior que obteve êxito em seu objetivo de evitar uma guerra europeia: fundou a Liga dos Três Imperadores juntamente com a Áustria e a Rússia, e em 1889 formou uma aliança defensiva com o Império Austríaco. Após 1890, contudo, a Alemanha passou a desempenhar um papel cada vez maior nas questões balcânicas, ao passo que o nacionalismo eslavo crescia rapidamente entre as populações sob domínio otomano. Passado um tempo na Guerra Mundial, depois de muitos conflitos, foi criado um tratado denominado Tratado de Versalhes, que prometia a paz entre as potências e tornou a Alemanha sozinha responsável pela Primeira Guerra, exigindo que pagasse reparações pelos danos causados aos países aliados e seus povos entre 1914 e 1918. A soma foi fixada em 1921 em cerca de 6,6 milhões de libras (R$ 17,85 milhões), uma alta quantia para a época, que muitos historiadores argumentaram estar além das possibilidades da Alemanha. No tratado foi criada uma comissão para determinar a dimensão precisa das reparações que a Alemanha tinha de pagar. Em 1921, este valor foi oficialmente fixado em 33 mil milhões de dólares. Apenas dia 3 de outubro de 2010, data do vigésimo aniversário da reunificação alemã foi concluída a última parcela da dívida.

Guerra de Trincheiras



A Primeira Guerra Mundial é divida em diversas fases, a do expansionismo do capitalismo conhecida como sua primeira fase e também um dos motivos do estouro desse conflito mundial e, temos como segunda fase a guerra de trincheiras, que ja era conhecida anteriormente mas, pela primeira vez, foi usada em uma guerra.

A Guerra de Trincheiras é conhecida como o momento mais sanguinário da primeira guerra, pois além dos bombardeios, os soldados se abrigavam durantes meses nessas trincheiras e encontravam-se em péssimas condições, pois com as mortes ocorrendo a toda hora o cheiro de cadáveres era forte, o que atrai ratos e com eles suas doenças, e ainda por cima, apesar de protegerem contra metralhadoras, haviam os gases que eram lançados a toda hora e também haviam os projeteis de artilharia.
Eram cavadas pelos próprios soldados, possuíam cerca de 2,5 metros de profundidade e 2 metros de largura, por onde se movimentavam os combatentes. Em sua parte posterior, eram protegidas por sacos de areia, que defendiam do impacto dos tiros e dos estilhaços das bombas. À frente desses sacos de areia, estavam longas coberturas de arames farpados, algumas vezes eletrificados, que impediam a aproximação do inimigo. Devido à profundidade das trincheiras, não era possível observar o campo de batalha, por isso construía-se algumas elevações dentro das trincheiras que permitiam alcançar o nível de visão adequado do combate e também o acesso às metralhadores
Essa segunda fase da grande guerra não definiu quem saiu vencedor ou não da guerra, apenas trouxe mais sofrimento e morte.

A Crise de 29



Os Estados Unidos saíram como grandes vencedores da guerra, a economia americana estava no auge de seu crescimento, a sua produção fordista produzia cada vez mais, e a sociedade influenciada consumia cada vez mais. Com todo esse consumo, a produção aumentava cada vez mais, as empresas cresciam, aumentavam o crédito, além de especularem cada vez mais também. Com a diminuição das exportações para a Europa, as indústrias norte-americanas começaram a aumentar os estoques de produtos, pois já não conseguiam mais vender como antes. Grande parte destas empresas possuíam ações na Bolsa de Valores de Nova York e milhões de norte-americanos tinham investimentos nestas ações. A partir de 1925 a situação foi piorando, as dívidas iam crescendo descontrolavelmente, as pessoas passam a não pagar o crédito, impedindo a emissão deste, o que acaba com o consumo interno. As indústrias continuam produzindo, o que faz os preços caírem drasticamente já que as pessoas não estão mais comprando. As empresas começam a demitir funcionários e diminuir os salários. A crise vai só aumentando. Em outubro de 1929, percebendo a desvalorizando das ações de muitas empresas, houve uma correria de investidores que pretendiam vender suas ações. O efeito foi devastador, pois as ações se desvalorizaram fortemente em poucos dias. Pessoas muito ricas, passaram, da noite para o dia, para a classe pobre. O número de falências de empresas foi enorme e o desemprego atingiu quase 30% dos trabalhadores. Conhecida como A Grande Depresão, a crise de 29 foi a maior de toda a história americana.

Paz após a Guerra?



Quem foi o verdadeiro culpado pela guerra? O que fazer com os perdedores? Surgiu um debate sobre essas questões após a guerra. Os países precisavam de um desfecho que garanta que não haja um possível outro conflito. Com esse pensamento, o presidente Wilson (EUA) fez os 14 pontos de paz : "Uma guerra sem vencidos e nem vencedores" ou seja, os que ganharam não receberiam nada e os que perderam não precisariam dar nada. Já que uma das causas da guerra foi o desequilíbrio do poder entre as potências, Wilson diz que é preciso equilibrar esse poder para haver uma harmonia entre as potências. Nos 14 pontos de paz, o presidente americano quis arrumar tudo o que causou a guerra : fazendo o reajustamento das colônias africanas imparcialmente, a limitação dos armamentos nacionais, criação de uma Liga das Nações, o respeito entre os atingidos pela guerra, uma Polônia independente e com saída para o mar, entre outros. Mas, os europeus não aceitaram essa proposta dos EUA. A França e a Inglaterra queriam algo que acabasse com a derrotada Alemanha, então esta teve de assinar o Tratado de Versalhes. Como a Alemanha foi considerada a culpada pela a Guerra, foi a que mais sofreu com o Tratado de Versalhes, aonde teria de pagar uma caríssima indenização aos países vencedores, além da proibição de funcionamento da aeronáutica alemã e da fabricação de tanques e armamentos pesados, e da redução do exército e da marinha. Esse tratado foi a paz apenas para os vencedores. Isso tudo vai gerar um ódio dos alemães, o que vai virar o primeiro motivo da Segunda Guerra Mundial.

24/09/2013

Revolta dos Malês

A revolta dos malês aconteceu no brasil, mais precisamente na Bahia. nessa revolta, escravos negros de religião islâmica que vieram da africa tinha como objetivo libertar outros escravos negros que fossem muçulmanos.
Como plano de ação os negros queriam o fim da catolicismo ( religião que lhes era imposta), a morte de todos os brancos e o confisco dos bens destes. alem da constituição de uma monarquia islâmica, com a escravização dos não muçulmanos.
Mas ao mesmo tempo que os negros muçulmanos agiam, o governo e as autoridades também se organizavam e conseguiram repelir ataques ao Quartel de Salvador, o que levou a uma fuga de 500 escravos e libertos negros muçulmanos, mas estes foram surpreendidos por um ataque das tropas oficias, travando um conflito que foi determinante, levando a morte 70 negros e libertos, alem de 7 oficiais da tropa.
A ultima batalha acabou com a revolta, e os principais lideres foram condenados a morte.

Leonardo Manhani Abel nº20

Primeira Guerra Mundial


  • Na Primeira Guerra Mundial, canários e ratos eram usados como cobaias pelos aliados sempre que se cavava um túnel nas proximidades da linha dos inimigos. O objetivo era detectar a presença de algum gás, principalmente o Gás Mostarda, devido à guerra química que se iniciava. Com o advento da poderosa indústria química no século 19, foi inevitável que na Primeira Guerra Mundial, de 1914 a 1918, se usasse o gás venenoso como uma arma de combate. Depois de duas experiências sem resultados feitas no front ocidental, ainda em 1915, o exército alemão, seguido dos franceses e ingleses, fez largo uso do gás de cloro e de mostarda a partir de 1916. Assim, os soldados conheceram mais um abominável instrumento de morte. O pavor dos atingidos pela nuvem mortífera foi total. Desde então, nada provocou no homem contemporâneo tamanha fobia do que vir a morrer inalando gás venenoso. Tanto assim que, depois da Grande Guerra, assinou-se um acordo em Genebra, em 1925, no qual a maioria dos países assumiu o compromisso de não usá-lo.

Trincheiras

          Trincheiras são escavações no solo, em forma de vala, mais ou menos extensa, com um parapeito para proteger os combatentes durante uma guerra.

          São abertas pelos proprios soldados da guerra e geralmente tem uma profundidade suficiente para esconder completamente um homem de pé, abrigando-o do fogo inimigo. Assim os soldados podem se deslocar lentamente, sem serem atingidos. Em sua parte posterior, eram protegidas por sacos de areia, que defendiam do impacto dos tiros e dos estilhaços das bombas. À frente desses sacos de areia, estavam longas coberturas de arames farpados, algumas vezes eletrificados, que impediam a aproximação do inimigo.

            Surgiram durante a segunda fase da primeira guerra mundial, na guerra de trincheiras onde a França criou esse método para a Alemanha nao atacar novamente.

            Durante a guerra de tricheiras morreram muitos soldados pois as condiçoes humanas de sobrevivência eram pessimas. Os soldados permaneciam durante meses dentro desses túneis que eram ligados um aos outros formando uma rede de defesa do exército. Quando as trincheiras eram perto do mar ou em epocas de muita chuva, as valas se enchiam de agua e os soldados tinham que lutar, comer e dormir molhados. Como tambem havia muitos cadavers, a presença de ratos era constante e as pessoas contraiam muitas doenças devido as pessimas condiçoes de higiene.

           A Guerra de Trincheiras não foi o motivo pelo qual o lado vencedor venceu a guerra, ela apenas trouxe mais morte e sofrimento para os combatentes.

Helena, n 17
 
 

Black Bloc


Black bloc é o nome dado a uma estratégia de manifestação e protesto anarquista, na qual grupos de afinidade mascarados e vestidos de preto se reúnem com objetivo de protestar em manifestações anti-globalização e/ou anti-capitalistas, conferências de representacionistas entre outras ocasiões, utilizando a propaganda pela ação para questionar o sistema vigente.

As roupas e máscaras pretas que dão nome à estratégia são usadas para dificultar ou mesmo impedir qualquer tipo de identificação pelas autoridades, também com a finalidade de parecer uma única massa imensa, promovendo solidariedade entre seus participantes.

Black Blocs se diferenciam de outros grupos anti-capitalistas por rotineiramente se utilizarem da destruição da propriedade privada para trazer atenção para sua oposição contra corporações multinacionais e aos apoios e às vantagens recebidas dos governos ocidentais por essas companhias. Um exemplo desta atividade é a destruição das fachadas de lojas e escritórios como McDonald's, Starbucks, Fidelity Investments, e outros locais relacionados às corporações no centro de Seattle, durante as manifestações contra a Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio de 1999.


Marcela Damasceno Santos, n°22

23/09/2013

Armas químicas: um crime contra a humanidade


Ultimamente temos ouvido muito sobre armas químicas, o efeito que elas têm e como estão sendo utilizadas em conflitos. Uma arma silenciosa, que ao contrário do que muitas pessoas pensam, não precisa ser uma bomba ou um míssil: apenas uma pequena porção de gás que pode matar centenas de pessoas. É uma arma cujo uso está proibido, segundo a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Organization for the Prohibition of Chemical Weapons - OPCW), que possui como membros a maioria dos países, exceto por Angola, Coreia do Norte, Egito, Somália e Síria.

A primeira arma química usada foi o gás de cloro, que queima e destrói tecidos do pulmão, pelos alemães na Primeira Guerra Mundial. Hoje em dia, as armas químicas tem um poder muito maior, capazes de matar mais pessoas com menos compostos químicos. A partir daí, seu uso se tornou mais popular e mais constante. Alguns casos em que pudemos observar esse uso foram, por exemplo, o extermínio dos judeus nos campos de concentração, nas famosas camaras de gás, onde se estima que 2,7 milhões de judeus tenham morrido. Outro caso muito recente, que ainda está sendo analisado se houve uso ou não de arma química foi na Síria, onde cerca de 1400 pessoas morreram.

Mesmo este tipo de arma sendo proibida, alguns países possue-nas e até chegam a usar; esses prováveis países são: Egito, Síria, Líbia, Israel, Irã, Etiópia, Birmânia, Tailândia, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Vietnã, Formosa, China, África do Sul e Cuba. Tais nações negam qualquer envolvimento com esse tipo de armamento.

O uso de armas químicas é considerado crime contra a humanidade, e, apesar de não existir uma penalidade definida para quem as utilize, a represália por partes dos países que concordaram em não utilizá-las e condenam seu uso é altíssima, podendo levar a uma intervenção não somente diplomática, mas sim militar.  



Tríplice Entente e Tríplice Aliança

Esse processo de alianças entre os países se deu em meio a um contexto histórico na época de muita tensão. As antigas grandes potencias como, Grã-Bretanha e França, com seus vastos impérios vinham sofrendo a concorrência de novas forças como Alemanha e Itália, recentemente constituídos estados unificados, conquistando cada vez mais uma parte importante do mercado mundial.

Rapidamente essa concorrência gerou conflitos, forçando os países de interesses comuns se juntarem, formando dois blocos distintos:

- Tríplice Aliança formada por: Itália, Áustria-Hungria e Alemanha.

- Tríplice Entente formada por: Rússia, França e Inglaterra.



A criação das alianças juntos com o contexto politico da época foram fatores determinantes para o inicio da Primeira Guerra Mundial, em 1914.

A Tríplice Entente seria formada em 1907, justamente pelos principais rivais da Alemanha nas disputas por mercado e áreas coloniais. Caso ocorresse um conflito e a Alemanha saísse vitoriosa, poderia se tornar senhora do comércio internacional, país mais importante politicamente na Europa e ainda conquistar vários territórios coloniais, expandindo o seu império. Enfim, era o sonho máximo dos pan-germanistas, os simpatizantes de uma supremacia política e econômica alemã, apoiada ainda pelo velho Império Austro-Húngaro.

O conflito chega a um ponto que coloca a Itália a se unir à Entente a partir de um trato feito com a Inglaterra e do outro lado a Rússia tomada por crises sociais, agravadas pelos gastos e esforços das batalhas se retira do conflito mundial. Logo após sua retirada, a Rússia se vê em meio a uma onda revolucionária que toma conta de todo o país, o que mais tarde levará a criação da União Soviética. Logo, com a saída da Rússia da guerra e a entrada dos EUA, o conflito toma novos rumos, deixando a tríplice entente mais fortalecida e assim conseguindo acabar com o estado de imobilização que a guerra se encontrava. O desfecho da guerra se deu, em 1918 quando o Império Austro-húngaro e a Alemanha estavam completamente derrotados. No dia 11 de novembro a Alemanha assinava seu acordo de paz, aceitando as condições de rendição estabelecida pelos países vitoriosos.



espionagem norte-americana

     
        Nos últimos meses, o mundo ficou abalado com as denúncias envolvendo o governo dos Estados Unidos em escândalos de espionagem com o Brasil e até a própria população norte-americana. O assunto tem sido tratado como inédito, mas tal ato é comum desde os tempos da Guerra Fria.
 
          Na luta entre o capitalismo americano e o socialismo soviético, a espionagem tinha como principal objetivo desvendar assuntos relacionados a estratégias e planos militares e pesquisas relacionadas a armamentos nucleares. Após os incidentes do 11 de Setembro de 2001 em território dos EUA, a CIA (Agência de Inteligência Central) intensificou suas investigações e passou a, além de investigar governos, monitorar populações inteiras que eram vistas como “ameaças à segurança nacional”.
 
            Após a declaração de um ex-analista da NSA (Agência de Segurança Nacional), Edward Snowden, de que o Governo estava interceptando e-mails de países europeus, sul-americanos e da população de seu próprio país, por meio de um programa governamental chamado PRISM, o mundo se surpreendeu novamente. Snowden afirma que fez tal denuncia por não querer viver em um mundo onde as liberdades individuais estivessem ameaçadas, e acredita que a população precisa saber de tudo o que o governo faz para ajudá-la e também para prejudicá-la, já que isso é um ato de invasão de privacidade.
 
 
 O Brasil foi um dos países mais investigados, tendo como alvo a presidente Dilma Rousseff, parte da população e empresas como a Petrobrás. Nesse caso, a espionagem foi feita sob interesses econômicos, pois, ao adquirir certas informações sigilosas, os EUA podem tirar grandes vantagens em transações econômicas relacionadas ao petróleo brasileiro.
 
 

Mais Médicos para o Brasil, Mais Saúde para Você


            No dia oito de julho de dois mil e treze (08/07/2013) foi anunciado pelo governo o programa chamado “mais médicos” que consiste em diminuir o déficit de médicos em locais estratégicos como norte e nordeste do país. O objetivo do programa é abrir cerca de dez mil vagas para atuação exclusiva no sistema básico de saúde do norte e nordeste brasileiro, além de periferias de grandes cidades, e pelo interior do país.
            Na falta de médicos brasileiros para o preenchimento das vagas, estas serão abertas para estrangeiros diplomados na área da saúde. O ministro da educação Aluisio Mercadante anunciou que as vagas só serão abertas para médicos diplomados, em faculdades com duração de, no mínimo, seis anos (o mesmo tempo da formação brasileira), com conhecimentos da língua portuguesa, além de outros fatores.
 
           O anúncio do programa gerou polêmica por diversos fatores, e um deles é pelo fato dos participantes do programa que optarem pela licença provisória de ate três anos, não precisarem fazer o Revalida, exame que qualifica profissionais estrangeiros para atuação no mercado nacional.
O salário oferecido pelo programa, tanto para brasileiros como para estrangeiros, é variável de acordo com a cidade em que estes ficaram, e o custo de vida desta. Esse valor será pago pelo governo federal, porem ficará de cargo dos municípios participas se encarregarem da moradia e alimentação do participante.
 
            Parcela considerável dos estrangeiros participantes serão de origem cubana, e a polêmica surgiu pelo fato do pagamento indireto que a eles será feito, já que segundo muitos, em Cuba os diplomados vivem em regime de “semiescravidão” . Os salários deles serão pagos para o governo de Raúl Castro, e este ficará encarregado de redirecionar os pagamentos para os médicos. Em relação às criticas feitas, o governos afirmou que os médicos cubanos serão tratados como todos os outros médicos, tendo sua moradia e alimentação custeada pelos municípios. O Ministério Público do Trabalho afirmou que iria recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) alegando inconstitucionalidade no programa.

            Outra parte do programa que fez com que surgisse ainda mais polêmica foi o fato de junto com as medidas anteriormente citadas, a Presidenta anunciou que a partir de 2017 as faculdades de medicina terão os seis anos, e após o término deste período os médicos seriam obrigados há servir dois anos no SUS, assim totalizando oito anos de preparação para a formação.
            Em resposta a todas as criticas feitas, a Presidenta Dilma Rousseff alegou que o programa “mais médicos” foi criado ao ouvir a demanda da população; “O governo não pode ser surdo. Um governo tem de ouvir muito. E, além de ouvir, sabemos que o Brasil tem um problema sério na área da saúde. Por isso, nós fizemos o Mais Médicos”.
            Segunda a Presidenta, já foi provado que o medico fica na cidade que ele faz faculdade ou residência, assim ela ampliou o numero de vagas para a entrada na universidade de medicina na região norte e nordeste, além da obrigatoriedade de todas as faculdades ou universidades que disponibilizarem o curso de medicina, seja obrigada a ter residências como em: clinico geral, obstetrícia, pediatria e medicina da família.
            O Ministro da Saúde Alexandre Padilha anunciou o investimento de 7,4 bilhões de reais para a infraestrutura alem da construção de oitocentos e dezoito hospitais entre outras medidas que segundo ele beneficiaram a população em geral.
 

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