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22/09/2013

Lei seca: sim ou não?

Como pudemos assistir no filme passado em aula, durante os anos 30 houve uma lei seca que entrou em realização com 18 Constituição nos Estados Unidos que foi feita somente para a proibição do álcool mas será que essa proibição foi boa ou ruim?

Esta proibição entrou em vigor em 1920 e visava a proibição da fabricação, transporte e venda da bebida alcoólica nacionalmente nos Estados Unidos só que ela não dizia nada em relação ao consume destas bebidas. Nessa época foram despejados vários litros de bebidas alcoólicas, as estáticas diziam que o cidadãos americanos consumiam por volta de 1,7 garrafas de bebida alcoólica por dia. Foi também nesta época confirmado de que o uso excessivo de álcool levava a problemas de saúde e problemas psicológicos. Com tudo isso haviam pessoas contra a lei seca e outras a favor. Foi dito que esta nova lei iria ter como seu objetivo salvar os Estados Unidos de problemas com o violência e a pobreza.

Só que não foi muito bem assim, com a nova droga ilegal surgiu as máfias que controlavam o contrabandeio de álcool e que eram extremamente violentos. Vários bares ilegais surgiram também e cada fez mais as pessoas iam contra a lei quando compravam bebidas nos bares e os bares compravam de mafiosos que estavam lucrando por baixo dos olhos do governo sem pagar impostos e com a liberdade de fazer negócios do jeito que eles bem entendiam.

A lei seca não ajudou os estados unidos a se livrarem da pobreza e da violência, seu efeito foi muito contrário a lei só trouxe mais violência e contrabando. Uma ideia ingênua que no final trouxe mais problemas do o esperado pra os Estados Unidos. Esta ideia foi mais uma maneira de controlar a conduta social e a saúde dos cidadãos americanos mas que no final se saiu como um fracasso e uma falha pois o nível de violência dos mafiosos era altíssimo.

Argumentos que diziam de que se a lei fosse retirada isto iria gerar mais empregos, o melhoramento da economia ,mais taxação de impostos e muito mais benefícios ao governo Americano. Isso foi o que convenceu a todos e principalmente ao presidente da época Franklin Roosevelt, de que a revogação da lei seca seria melhor para os estados unidos, com isso em 1933 essa lei foi revogada de uma vez por todas.   

Pan Germanismo e as Manifestações


Como todos sabem o pan-germanismo foi como se uma onda nacionalista dos povos germânicos que levou a unificação destes durante a época da primeira Guerra Mundial. Porém o que isso quer dizer com relação com as manifestações que estão acontecendo aqui no Brasil?

Movimentos nacionalistas visão uma unificação da população de um determinado povo visando orgulho e respeito a sua nação de origem.Neste caso se observarmos as manifestações e possível ver uma grande mistura de verde, amarelo e azul , desde quando o  brasileiro resolve se vestir assim se não fosse para um jogo de futebol? Mas a questão é que as manifestações estam trazendo ao brasileiro uma consciência de que ele como parte deste estado precisa impor suas opiniões sobre seu país.

Essa nova consciência de um povo leva ao nacionalismo. A ideia de que estamos todos juntos para que o pais que já amamos seja cada vez um lugar melhor. Como no pan-germanismo , nós brasileiros estamos passando por um momento mais nacionalista do nosso povo. As manifestações estão nos levando a ser cada vez mais próximos uns ao outros e menos alienado quando varias classes sociais vão as ruas andar juntas para um objetivo maior. Precisamos manter as chamas da revolução acessas pois se não um grande esforço para mudanças vão acabar não levando a nada. As manifestações devem continuar até que seus objetivos sejam realizados.

Em conclusão, o Brasil vem a ser um país mais nacionalista hoje em dia assim como o pan-germanismo foi antigamente.E nós como cidadãos devemos incentivar a continuação essas manifestacoes mas claro sem uso de violência.Para finalizar o nacionalismo sem o preconceito como outras nações é um ótimo feito para seu povo, pois acaba fazendo os cidadãos quererem um país melhor em que se tenha melhores condições para se viver.

Os Estados Unidos e a espionagem



Foi revelado ao mundo há alguns meses atrás que os Estados Unidos espionavam alguns países. Mas agora foi mostrado que o Brasil, em especial, está sendo observado. A presidente Dilma, seus assessores e até cidadãos brasileiros comuns estão no alvo nos EUA. Essas informações foram dadas pelo ex-técnico da CIA, Edward Snowden, para o jornalista Glenn Greenwald, que divulgou pelo site “Globo” e pelo “Fantástico” os documentos que afirmam a ação da NSA (Agência Nacional de Segurança norte americana).

Esses documentos indicam que e-mails, mensagens de celular, telefonemas, sites visitados e até o IP de computadores da presidente e seus assessores estão sendo monitorados. A privacidade de brasileiros também teria sido invadida. Embaixadas americanas em Brasília e no Rio de Janeiro teriam espiões com tecnologia para “ficar de olho” no que acontece no Brasil.
Dilma pediu explicações e cancelou a reunião que teria com o presidente Obama no mês seguinte em resposta. Nada foi justificado até agora, como se os Estados Unidos não se importassem com o fato de invadir a privacidade do Brasil.


A pergunta principal é: o que os Estados Unidos querem descobrir com essas espionagens? A teoria mais provável é que eles querem obter vantagens sobre os países. Como o Brasil tem se tornado uma grande potência causando certa disputa EUA x Brasil, levou-os a querer estar “um passo a frente”.  Para manter-se como maior potencia mundial.


Espionagem americana no Brasil


O Brasil e os Estados Unidos são países com boas relações diplomáticas e muitas relações comerciais. Pensando dessa forma, não haveria qualquer motivo para que as agências de segurança norte-americanas realizassem espionagem no território brasileiro. Mas será que somente países inimigos fazem interceptação de informações?
 As revelações sobre a extensão da espionagem dos Estados Unidos sobre o resto do mundo já provocavam reações erráticas do governo brasileiro, mas isso ficou ainda mais evidente agora que o Brasil virou alvo dos ‘grampos’ da Agência de Segurança Nacional dos EUA.
Nas últimas semanas, surgiram novas denúncias de que os Estados Unidos estariam espionando pessoas em todo o mundo, graças a sistemas de rastreio infiltrados em serviços como Facebook, Google e Skype, além de redes móveis e outras conexões de dados. O grande destaque desta vez é o embasamento das informações, pois elas vêm de um ex-agente da CIA e somam mais de 5 mil documentos.
E algo que chamou bastante a atenção de todos é o fato de que o Brasil estaria no foco das espionagens. Grandes empresas e até mesmo o governo do Brasil estariam sendo vigiados de perto por agentes infiltrados da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos. E isso iria muito além da já conhecida justificativa do “combate ao terrorismo”. Há informações de que essa espionagem teria interesses muito maiores.
Um comentarista político e escritor americano diz que os interesses dos Estados Unidos nas informações brasileiras são comerciais. O Brasil é rico em recursos naturais e isso gera muito dinheiro — pelas reservas de petróleo marinhas e do pré-sal, por exemplo. Ter acesso às informações antes dos outros países pode favorecer (e muito) os investidores norte-americanos. Além disso, com esses dados a competição internacional também pode ser vencida mais facilmente.
Há muitas evidências de que alguns dos diplomatas norte-americanos que atuam no Brasil são na verdade agentes disfarçados. Isso teria sido feito para que fosse mais próximo o contato das agências de espionagem e segurança dos EUA aos possíveis alvos dos rastreios de informações.
A “xeretagem” americana ajudou a unir Brasil e Argentina num dos momentos mais insossos nas relações entre os dois vizinhos sul-americanos.
Os governos brasileiro e argentino decidiram nesta quinta-feira, em Buenos Aires, realizar ações conjuntas para enfrentar a espionagem americana na região.
A informação é oficial, vem da chancelaria argentina




Manuella Tavares, nº37 - Vivaldi

Pilha de Lítio


As pilhas ou baterias que possuem Lítio como seu principal constituinte têm como uma de suas características o fato de serem bem leves, pois o Lítio é o metal menos denso descoberto até o momento (sendo duas vezes menos denso que a água).

Existem dois tipos principais de pilhas de Lítio, sendo uma delas a de Lítio-iôdo. É uma pilha bastante leve, pesando apenas 25 g. Foi desenvolvida principalmente para ser utilizada em marca-passos, pois além de ter uma grande durabilidade (que pode chegar a até 10 anos), ela não solta gases que poderiam ser prejudiciais para o paciente, sendo fechada hermeticamente. Fornece uma voltagem de 2,8 V e uma alta densidade de carga (0,8 Wh/cm³).

 

Sua constituição básica é de:

Anôdo: lítio metálico
Cátodo:
pode ser um complexo de iodo ou uma mistura complexa de soluções, entre elas o cloreto de sulfurila (SOCl2).

Esses dois eletrodos sólidos são separados por uma camada cristalina de iodeto de lítio, por onde a corrente passa do ânodo para o cátodo.

No caso da pilha de lítio-iodo, temos as seguintes semirreações e reação global:

Anôdo: 2 Li(s) →2 Li2+(s) + 2e-

Catodo: 1 I2(s) + 2e-→2 I1- (s)

Global: 2 Li(s) + 1 I2(s) →2 LiI (s)

Já no segundo caso, a reação global é dada por:

4 Li + 2 SOCl2 →4 Li+ + 4Cl- + S + SO2

 

O outro tipo, é a bateria de Íon-lítio, que leva esse nome porque o agente responsável tanto pela redução quanto pela oxidação é o íon lítio (Li+).

São as baterias recarregáveis modernas de celulares e computadores portáteis. A voltagem delas varia de 3,0 a 3,5 V. É recarregável porque o seu processo de descarga é reversível, bastando aplicar uma corrente contínua por meio de um transformador.
 
A durabilidade de sua carga varia de acordo com a quantidade de reagentes. Sua estrutura é mais complexa do que a das pilhas de lítio citadas anteriormente:

Anôdo: átomos dispostos na forma de lâminas em que se inserem os íons lítio (Li+). Os íons lítio se intercalam na estrutura de um óxido lamelar (em forma de lâmina), o LiCoO2.

Cátodo: associação de grafita com cobre. Os íons lítio se intercalam entre estruturas hexagonais de carbono (LiC6).

O eletrólito é constituído de sais de lítio (LiClO4) dissolvidos em solventes orgânicos.

Seu funcionamento consiste no seguinte: os íons lítio que estão em um solvente não aquoso migram do ânodo para o cátodo, ocorrendo as seguintes semirreações e reação global:

Anôdo: 1 I2(s) + 2e-→2 I1- (s)

Cátodo: LixCoO2 (s) + y Li+(s) + y e-→Lix+yCoO2 (s)

Global: LiyC6(s) → 6 C (s) + y Li+ (solv) + y e-

Assim, no momento em que se recarrega essa bateria, o processo é inverso e é provocada a migração dos íons lítio.
 

Células de combustível


          As chamadas células de combustível são células criadas, a partir de estudos, como substituta do combustível fóssil, pois, já que têm como produto de sua reação água e calor, trata-se de um processo altamente limpo do ponto de vista ambiental. Embora estas células tenham um funcionamento parecido com o das pilhas, elas não têm regentes armazenados para transformar energia química em elétrica, sendo os reagentes continuamente injetados. Nela ocorre uma reação de oxidorredução na qual o hidrogênio (anodo) reage com a hidroxila gerando água, e a água por sua vez, reage com o oxigênio e produz hidroxila. Tais reações podem ser expressas nas equações abaixo:

Anódica: H2(g) + 4 OH-(aq) à 4 H2O(l) + 4e

Catódica: 2 H2O(l) + O2(g) +4e à 4 OH-(aq)

Sendo a global ou geral: 2 H2(g) + O2(g) à 2H2O(l)

 
            Existem estudos datados de 1843 por Sir Willian Robert Groove, no qual a célula de combustível foi esboçada usando dois eletrodos de platina. Em uma das extremidades de cada eletrodo ficava em ácido sulfúrico, enquanto as outras extremidades eram seladas em recipientes contendo hidrogênio e oxigênio. Porém, os estudos destas só começaram a ser utilizados a partir de 1958 quando Francis Thomas Bacon desenvolveu um sistema no qual ele substituiu a platina por gaze de níquel nos eletrodos, e trocou o eletrólito de ácido sulfúrico por potássio alcalino, que é menos corrosivo, obtendo uma maior quantidade de energia. Dessa maneira, criou-se a possibilidade dessa célula ser utilizada como combustível espacial.

            Na década de 60, o homem sonhava em realizar uma viagem espacial tripulada, porém, um dos maiores problemas era dificuldade de se armazenar água suficiente para a viagem inteira. A solução para tal questão foi encontrada na utilização da célula de combustível, cuja água, produto de sua reação, poderia ser ingerida pelos astronautas.

            O problema da célula de combustível está no armazenamento de hidrogênio puro, já que este é extremamente explosivo. Além disso, a obtenção de hidrogênio puro é feita de hidrocarbonetos (já que hidrogênio puro não é encontrado na natureza), e essa produção pode gerar resíduos prejudiciais, como monóxido de carbono. Uma forma ecológica de se obter a molécula de hidrogênio pura é a partir da quebra da ligação entre oxigênio e hidrogênio presente na água, porem essa quebra necessita de grande energia, tornando assim, o processo caro.

            A utilização da célula de combustível como fonte de energia para a locomoção de veículos, por exemplo, diminuiria de forma extremamente significante as emissões de gases poluentes, como o CO2, mesmo com a poluição gerada para extrair o hidrogênio de outros compostos químicos.

            Nos dias atuais os estudos em relação a essa forma de combustível vêm sendo amplamente explorada, em algumas cidades do planeta (como por exemplo, Vancouver no Canadá e Chicago nos EUA), essa forma de combustível já é utilizada no transporte coletivo.

21/09/2013

Jogo, sangue e manipulação




Notícia bombástica: menino de apenas 13 anos mata pai e mãe, ambos policiais treinados, dirige o carro da família tranquilamente até a escola, volta para casa após as aulas e só então comete suicídio.
Reação popular: "mas que notícia ridícula".
Matéria seguinte lançada na mídia: menino assassino jogava o jogo Assassin's Creed. Teria sido esse o motivo de sua violência?
Reação dos pais e mães brasileiros: "Meu Deus! Esses videogames estão estragando os jovens do mundo! Isso é uma praga!"
Reação dos outros 8 milhões de jogadores de Assassin's Creed pelo mundo: "mas que notícia ridícula."
Resposta da mídia: tirar a matéria do horário nobre.

A mania de pessoas mais velhas de culparem a juventude pelos males do mundo não é de hoje. A insistência de jogar a culpa de algo em nosso dia-a-dia sobre outra pessoa, instituição ou até mesmo um jogo virtual é algo presente na humanidade.
O caso do episódio acima é simples: uma manipulação do povo brasileiro, uma tentativa falha de explicar uma história cheia de falhas e possivelmente cercada de outros interesses políticos e o desespero para imediatamente "tirar o seu da reta".
Em pleno ano de 2013, o brasileiro já não deveria mais se submeter a ser enganado como tem sido. Deveríamos já ter aprendido a suspeitar de nosso governo eternamente corrupto, de nossa mídia eternamente interesseira. Infelizmente, as críticas aos jogos virtuais viraram foco de atenção após essa estratégia da mídia.
As pessoas querem respostas rápidas. Querem achar e punir culpados, sem pensar duas vezes sobre certo ou errado. O que é mais fácil: culpar um jogo de computador pelo assassinado de dois policiais, ou admitir a si mesmo que cada "boa noite" do Jornal Nacional é uma mentira?

 

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